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Estudantes conhecem história de Contagem por meio da arte

Visitas podem ser realizadas diariamente

Diversas escolas passaram pelo Centro Cultural de Contagem no mês passado. O número de pessoas foi recorde em 2017. Crianças da rede municipal de ensino se divertiram com as apresentações da Turma do Contagito e com as explicações sobre as obras de arte expostas na galeria da Fundac (Casa Amarela). Além disso, utilizaram o espaço da Biblioteca Municipal (Casa Rosa) para conhecer o acervo literário disponível.

Alunos da Educação de Jovens e Adultos (EJA), da Escola Municipal Júlia Kubitschek, no bairro Industrial, participaram de uma sessão da mostra “Curta Contagem”, que integra o projeto Tudoaver, e de um bate-papo com o professor Olister Barbosa sobre os filmes exibidos.

O número de visitas agendadas pelas escolas também foi ampliado após a exposição das pinturas feitas pelos alunos da Escola Municipal Isabel Nascimento. “Um olhar sobre a cidade de Contagem” é o nome da exposição que retrata os diversos pontos culturais e patrimoniais do município. O trabalho desenvolvido pelo professor Paulo Ricardo Ribeiro, junto aos estudantes dos 6º e 7º anos, busca aprimorar as técnicas de pintura e promover o sentimento de autoestima e pertencimento à cidade.

Todas as agendas são acompanhadas e supervisionadas pela equipe da Fundac. As visitas em grupo ao Centro Cultural e para o “Curta Contagem” devem ser agendadas pelo telefone 3352-5357. A visitação é aberta ao público, diariamente, das 9h às 17h.

Espontaneidade
Em uma das visitas, a aluna do 9º ano da Escola Isabel Nascimento, Justine Derise, 14 anos, fez uma breve apresentação de canto para os colegas, professores e funcionários da fundação. A suavidade e doçura na voz emocionou a todos. O regente do Coral Musicanto, Divino Francisco, acompanhou a apresentação e fez questão de convidar a jovem estudante para uma audição de avaliação de técnicas vocais. Justine é haitiana e vive em Contagem há um ano.

Reportagem e foto: Marcelo Grillo

Exposição apresenta materiais que auxiliam estudantes com deficiência visual

Objetos podem ser usados em sala de aula e em casa.

Vinte e duas professoras do Atendimento Educacional Especializado realizaram uma exposição de objetos pedagógicos que são utilizados como auxílio no ensino à estudantes com deficiência visual. A mostra ocorreu na Escola Antônio Carlos Lemos, que fica no bairro Eldorado. Os participantes puderam conhecer materiais ajudam ao aluno identificar distâncias e formas e também objetos que auxiliam nas atividades do dia a dia.”Essas experiências nos ajudam a entender melhor o universo dos nossos estudantes” explicou a idealizadora da exposição, Francimara das Graças Batista.

Os materiais que auxiliam os deficientes visuais também foram mostrados aos pais. Os objetos podem ser utilizados em casa, como foma de melhorar a qualidade de vida dos estudantes.“Nós, professores do AEE, que trabalhamos com todas as deficiências físicas, intelectuais ou síndromes, percebemos que a inclusão é trabalhar em um só caminho; o que diferencia são as necessidades de cada um”, ressaltou a professora Eliete Miranda.

A aplicação da didática foi proposta em um curso voltado para educadores que atendem pessoas com deficiência visual. O objetivo foi aprimorar as técnicas já utilizadas em sala de aula e oferecer ajuda, sem invadir a privacidade. O curso, realizado no Instituto São Rafael, na capital mineira, teve duração de três semanas e foi dividido em dois módulos. As professoras tiveram bastante contato com o Braille, método de leitura tátil e também puderam vivenciar a rotina de uma pessoa cega.

Clique aqui e confira alguns objetos que fizeram parte da exposição.

Reportagem e foto: Nayara Macedo (Sob supervisão de Júlio César Santos)

Estudantes da Escola Municipal Professora Ana Guedes Vieira montam exposição sobre sistema solar

Obras puderam ser vistas por estudantes e comunidade.

Os estudantes das turmas do 4º ano da Escola Municipal Professora Ana Guedes Vieira utilizaram cartolina, isopor e muito criatividade para montarem réplicas do sistema solar. A exposição pôde ser visitada por estudantes, educadores e comunidade.

O projeto faz parte da disciplina de ciências. 150 estudantes tiveram que criar as artes com base no que foi desenvolvido em sala de aula. Aproximadamente 700 pessoas visitaram a exposição. “Os estudantes tiveram autonomia para criar os projetos. Foi importante trabalhar o engajamento, a oralidade e cada um deles mostrou que absorveu bem o conteúdo. O trabalho envolveu a união de alunos e famílias”, destaca Cibelle Magalhães, pedagoga.

O processo foi além da didática feita pela escola. Serviu como forma de integração. Os familiares ajudaram na confecção das maquetes e a criatividade impressionou. Haviam trabalhos com bolinhas utilizadas em árvores de natal, luzes piscantes, desenhos feitos a mão e figuras coladas no isopor. “Minha tia me ajudou a fazer o trabalho e aprendi muito sobre o sistema solar”, explica a aluna, Mariana Nascimento.

A exposição pôde ser conferida durante um mês. A proposta é que outros trabalhos sejam apresentados. “As crianças se envolveram de forma positiva e vi que souberam apresentar tudo o que aprenderam. Estamos satisfeitos que a nossa escola tem colhido frutos nas apresentações de diversas matérias”, finaliza Eunice Geralda de Melo Sá, diretora.

Reportagem: Leonardo Melo
Fotos: Newton de Castro Resende