Educação inclusiva é tema de roda de conversa na Semana da Pessoa com Deficiência

Representantes falaram sobre as conquistas, avanços, desafios, ações efetivas e as novas perspectivas da educação inclusiva

Representantes de cidades da Região Metropolitana participaram de uma roda de conversa sobre a inclusão de pessoas com deficiência no ensino. O bate papo aconteceu no Centro de Inclusão Antônio Carlos Lemos, no Eldorado. Os participantes falaram sobre as conquistas, avanços, desafios, ações efetivas e as novas perspectivas da educação inclusiva de sua cidade.

“Conseguimos reunir pessoas de várias cidades para uma troca de experiências e ter um momento de reflexão. Foi um evento de crescimento para todos. A Prefeitura de Contagem tem investido e avançado em uma educação inclusiva e de qualidade para todos, por essa ser uma determinação do governo Alex de Freitas.”, disse o secretário municipal de Direitos Humanos e Cidadania, Marcelo Lino.

A roda de conversa foi formada pela mediadora dra. Ângela Matilde, por Ludmilla Screpuchk, representando a Secretaria Municipal de Educação; Elielton Augusto, representando a Secretaria de Educação de Ibirité; Patrícia Cunha, com a Secretaria de Educação de Belo Horizonte; Luciane Dias, do Centro de Referência e Apoio à Educação Inclusiva Rafael Veneroso de Betim; Maria Suely, representando a Escola Municipal Eva Fernandes da cidade de Sarzedo; e Sara Camilo, da Escola Particular Querubim de Contagem.

Cada representante falou um pouco sobre a educação inclusiva em seu município. Ludmilla Screpuchk iniciou a roda de conversa. “É muito importante a parceria da família com a escola. Esse elo é fundamental, não somente no acompanhamento na vida escolar, mas, principalmente, para construção de caminhos, alternativos e políticas que possam efetivamente garantir atendimento de qualidade, não só na educação, mas em todas as políticas como na saúde, assistência, direitos humanos, entre outras”, enfatizou.

Patrícia Cunha, da Secretaria de Educação de Belo Horizonte, disse que “se não fossem os movimentos sociais, nós não teríamos hoje a oportunidade de implementar e acreditar nas políticas que atendam a todas essas pessoas com deficiência.  Também acredito que nem teríamos as oportunidades de fazer os progressos que podemos fazer na educação”, complementou.

Ao final do evento, o público pôde acompanhar a apresentação musical do grupo de alunos com deficiência do Centro de Inclusão Antônio Carlos Lemos.

Reportagem e foto: Raquel Lopes
Publicação: 20/09/2018

 

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