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Professores de Educação Física participam da Semana da Pessoa com Deficiência

Durante o evento, o público se emocionou com os relatos de atletas e ex-atletas do esporte adaptado

Dezenas professores de Educação Física  da rede municipal de ensino participaram da palestra sobre o esporte para pessoas com deficiência, na faculdade UNA, na tarde dessa quinta-feira (20). O evento faz parte da programação da Semana da Pessoa com Deficiência. A semana faz alusão à Lei 4.282, que instituiu a data 21 de setembro como o Dia Municipal pela Inclusão Social da Pessoa com Deficiência.

Durante o evento, o público se emocionou com os relatos de atletas e ex-atletas do esporte adaptado. “O esporte é uma ferramenta imprescindível de inclusão. Ferramenta onde a pessoa com deficiência se expõe enquanto sujeito com deficiência, e por meio dessa exposição, ela se impõe, mostrando para as pessoas que o limite físico ou sensorial não significa necessariamente uma incapacidade para a vida produtiva”, afirmou o secretário municipal de Direitos Humanos e Cidadania, Marcelo Lino.

O esporte é de grande auxílio para a reabilitação da pessoa com deficiência, mas é necessário que haja adaptação às regras e ao modo como se praticam as modalidades. O representante da Una e professor de educação física, Telmo de Oliveira, e ex-atleta da seleção brasileira de vôlei, falou sobre a união do esporte com a educação. “Estamos tentando a cada dia transformar as pessoas pela educação e pelo esporte, mas não só com o conhecimento, mas com muito amor. Nada mais justo do que entender que cada pessoa é diferente, tem sua necessidade, mas que estamos todos unidos em um só objetivo. Fazemos a educação com muito amor”, disse.

A prática de esportes coletivos é muito importante e ajuda na inclusão e na socialização de uma pessoa com deficiência. Benta Maria de Oliveira, superintendente de educação básica da Secretaria Municipal de Educação, falou que o diferencial é o olhar que cada um tem que ter. “Hoje temos na rede 1280 estudantes com deficiência, desde a Educação Infantil até a Educação de Jovens e Adultos (EJA). Para nós é um aprendizado todos os dias. Temos que estar sempre, como educadores, com um olhar atento e paixão para melhor atendê-los”, disse.

Relatos dos convidados

Maurício Peçanha
O presidente do Conselho Municipal de Defesa dos Direitos da Pessoa com Deficiência, Maurício Peçanha, falou sobre sua história no esporte. Ele começou a treinar basquete com 21 anos, na Associação Mineira de Paraplégicos. Com o passar do tempo, iniciou também treinamentos no atletismo, tênis de mesa, natação, entre outros. Mas focou mesmo no basquete e, em 1989, disputou o campeonato brasileiro, ficando em segundo lugar. Nesse dia, Peçanha foi convidado para integrar a seleção brasileira, além de ser considerado o melhor atleta do campeonato. Ele foi convocado para o Mundial, mas teve uma torção no ombro, devido a uma queda.

“Fizeram de tudo para eu recuperar a tempo, mas depois falaram que demoraria mais de seis meses para a recuperação, então me tiraram da lista dos convocados. Mas a história vem de encontro com uma realização. Me sinto abençoado e escolhido, porque sempre me esforcei e não desisti do meu sonho, que era vestir a camisa da seleção brasileira, e eu vesti. Enquanto em vida e enquanto eu puder, estarei presente em todos os movimentos das pessoas com deficiência”, disse o ex-atleta. Ainda de acordo com Peçanha, “o esporte é um direito para quem quer praticar, seja ele de alto rendimento, ou simplesmente para ter uma condição melhor de vida”

Marcos Melo
Atual líder no ranking nacional do paraciclismo, Marcos tem 39 anos e é fisioterapeuta. Em 2007, praticando voo livre, após uma rajada forte de vento, ele foi arremessado contra uma rocha. Com uma velocidade de 60 km/h, ele bateu a cabeça e teve uma lesão medular. Segundo Melo, há notícias que somente ele no mundo que sobreviveu a esse tipo de acidente.

“Sempre fui uma pessoa muito ligada ao esporte, mesmo antes de ficar tetraplégico. Eu já fiz praticamente todos os esportes. Depois de uma deficiência, quanto mais rápido você se aceitar e passar a viver com suas limitações e aprender com elas, mais fácil fica a vida. Deficiência não é sinônimo de parar a vida e ficar em casa. Eu continuo fazendo atividades. Se alguém tem dúvida que o esporte inclui, não tenha, porque ele consegue juntar vários tipos de deficiências diferentes. Todos estão juntos em prol da mesma coisa, que é a vitória e a superação”, disse.

Antes de escolher o Paraciclismo, ele praticou o Esgrima em Cadeiras de Rodas, onde ficou quatro vezes em primeiro lugar no ranking nacional e foi três vezes campeão brasileiro esgrima. No paraciclismo já foi campeão duas vezes.

Adriane Almeida
Com 37 anos, Adriane adquiriu a deficiência visual com oito anos de idade por meio da Síndrome de Stevens-Johnson, que é uma intoxicação generalizada de medicamentos. “Até essa idade, eu gostava muito de esportes com bola. Após adquirir a deficiência eu fiquei muito tempo sem pratica-los. Hoje enxergo 5% em um olho, e no outro de 10 a 15%.”, disse a atleta.

Sua carreira no judô começou após se inscrever na Associação dos Deficientes Visuais de Belo Horizonte. Com três meses de treino, foi para a primeira competição, e seis anos depois entrou para a seleção brasileira. O Parapan em 2007 foi a primeira experiência na seleção. Adriane participou das três últimas olimpíadas. Ela foi medalha de prata em Pequim; em Londres e no Rio ficou em 5º lugar. Foi medalha de bronze em 2014 no Colorado no Mundial. Em 2015, também no Mundial, na Coreia do Sul, foi bronze.

“Antes da paraolimpíada no Rio, fraturei o ombro e tive que me ausentar após os jogos. Estou voltando agora a competir, e tive uma grande competição agora no mês de setembro, em São Paulo, disputando o Brasileiro, e consegui vice-campeonato. Quero e vou buscar os jogos de Tóquio de 2020 para eu encerrar minha carreira. Com o esporte passei de uma pessoa que só ficava em casa, para uma pessoa que conheceu o mundo e alcançou muitas coisas”, relatou.

João Batista
O atleta de grande sucesso no futsal foi convocado para a seleção em 1997. Ele conquistou seis ouros na Copa América, um no Parapan e dois na Paraolimpíadas pela seleção. Também ganhou seis brasileiros e dez regionais. “Esses títulos não são nada se não houver o reconhecimento de alguém”, disse João.

Durante seu tempo de apresentação, Batista passou um vídeo sobre o esporte para deficientes. “Estou feliz por saber que temos em torno de 60, 70 professores presentes aqui hoje, que amanhã vão ter uma visão um pouco diferente de quando entraram nesta sala. Tenho uma convicção grande que vão sair daqui com uma nova experiência e poder contar para seus alunos que conheceram pessoas que lutaram para que eles tivessem um futuro melhor como pessoas com deficiência”, disse o atleta.

Calazans Júnior
Professor da rede há quase 10 anos, atualmente trabalha na Escola Municipal Eli Horta. Na palestra, ele contou sobre o dia a dia dentro da escola com os alunos com deficiência em suas aulas. Durante as atividades de Educação Física, ele usa estratégicas adequadas evitando a exclusão. O professor mostrou fotos dos alunos durante as aulas.

“Temos que entender que aquele estudante vai desenvolver e aprender no tempo dele. Temos que ter esse olhar. Estou buscando me qualificar para atender cada vez melhor meus alunos”

Marcelo Melo
O coordenador do Programa Superar de Belo Horizonte apresentou um pouco sobre o trabalho e disse que o projeto trabalha com o propósito de elaborar, coordenar, executar e supervisionar as Políticas Públicas de esporte e lazer para pessoa com deficiência da cidade de Belo Horizonte. “Essa política tem que acontecer, porque o esporte e lazer é imprescindível para a pessoa com deficiência, tanto para pratica de atividade física, quanto para saúde e qualidade de vida”, afirmou.

De acordo com Marcelo, “o esporte paraolímpico está cada dia melhor. Há um respeito maior, principalmente nos esportes de competição de rendimentos”.

O Superar atende 941 alunos em oito núcleos com pessoas com deficiência física, visual, intelectual, auditiva, com autismo e múltipla.

Reportagem e foto: Raquel Lopes
Publicação: 21/09/2018 

Programa Segundo Tempo promove atividades recreativas em escolas

O tema Legado da Copa visa desenvolver a cultura do esporte.

Atividades recreativas foram realizadas, por meio do Programa Segundo Tempo em diversas escolas de Contagem. O projeto, cujo tema é Legado da Copa, visa desenvolver a cultura do esporte e integração social em crianças e adolescentes. Os eventos aconteceram entre os dias 2 e 6 de julho.

Foram trabalhadas questões como: a história do futebol, educação para torcer, atletas de alto rendimento, posições e regras do futebol de campo, hinos, gritos de guerra, nações participantes, entre outras. O programa, desenvolvido em todo o Brasil, tem características variadas como por exemplo o Segundo Tempo Universitário, Segundo Tempo das Forças Armadas no Esporte e o Segundo Tempo Paradesporto.

O secretário de Esporte, Adriano Faria, afirmou a importância do tema abordado. “É muito válido o trabalho de interação, uma vez que, estamos acompanhando diversas manifestações de brasileiros durante a copa. Precisamos relembrar a época em que pintávamos as ruas e avenidas de verde e amarelo reunindo amigos e familiares para torcer pele seleção. Esse espírito de união precisa sempre estar em evidência”, relatou.

O coordenador geral do Programa Segundo Tempo em Contagem, Guilherme Paiva, visitou todos os núcleos e acompanhou as atividades junto aos alunos. “Foi sensacional ensaiar gritos de guerra, poder falar para todos sobre a trajetória do Brasil em mundiais. A proposta veio em boa hora”, informou.

O projeto

O Programa Segundo Tempo visa democratizar o acesso a diferentes práticas esportivas, possibilitando o desenvolvimento dos alunos participantes. É atribuído o trabalho socioeducativo por meio do esporte promovendo o respeito aos princípios da cidadania, inclusão social e democracia prioritariamente em áreas de vulnerabilidade social.

O atendimento engloba alunos de escolas públicas com a faixa etária de 6 a 17. As modalidades esportivas são: basquete, futsal, voleibol, handebol, futebol de campo, hockey, xadrez e tênis de mesa. As aulas ministradas por profissionais de educação física, sempre acontecem no contra-turno escolar.

Para saber onde existe um núcleo do Programa Segundo Tempo ligue para 3392-7549.

Reportagem: Anderson Pena
Foto: Newton de Castro Resende
Publicação: 10/07/2018

Contagem é destaque na etapa microrregional do Jemg 2018

A próxima etapa será em Arcos de 25 a 30 de junho

Estudantes de escolas públicas e particulares de Contagem foram destaque na etapa microrregional dos Jogos Escolares de Minas Gerais 2018 (Jemg), ocorrida entre os dias 14 e 20 de maio, na cidade de Sarzedo. As modalidades disputadas foram futsal, handebol, voleibol, basquetebol e xadrez. O primeiro colocado das modalidades coletivas, e os quatro primeiros no xadrez, automaticamente se classificaram para a etapa regional, que será realizada na cidade de Arcos entre os dias 25 a 30 de junho.

Para completar a delegação de Contagem na etapa regional será realizada a seletiva de peteca na Escola Municipal Heitor Villa Lobos (28/5), e no Quinto SportMall e Beer (29/5), a seletiva de vôlei de praia. A delegação contará com um número aproximado de 100 estudantes.

Confira abaixo as equipes classificadas de cada escola.

Futsal masculino módulo I – Colégio Novos Tempos
Handebol feminino módulo I – Colégio Santo Agostinho
Voleibol feminino módulo I – Colégio Novos Tempos
Handebol feminino módulo II – E. E. Padre Camargos
Handebol masculino módulo II – Colégio Novos Tempos
Xadrez masculino módulo I – E. M. Carlos Drummond de Andrade
Xadrez feminino módulo I – E. M. Heitor Villa Lobos

Ainda conquistaram o vice-campeonato no futsal feminino módulo II a Escola Estadual Ruy Pimenta, Escola Estadual Padre Camargos, no vôlei masculino módulo II, Escola Municipal Machado de Assis, no Basquete feminino módulo I, e Colégio Novos Tempos, no handebol masculino módulo I e voleibol feminino módulo II.

Reportagem: Anderson Pena
Foto: Divulgação
Publicação: 23/05/2018

Estudantes de Contagem vibram nas arquibancadas do Independência

Cem estudantes foram sentiram a emoção de vibrar em um estádio pela primeira vez

Da arquibancada, os estudantes da Escola Municipal Carlos Drummond de Andrade, da Regional Riacho, sentiram pela primeira vez a emoção de acompanhar de perto um duelo de futebol no Independência, em Belo Horizonte. Eles foram ver no domingo (15) passado o confronto entre América e Sport (PE), válido pela primeira rodada do Campeonato Brasileiro de 2018. Ao final, vibraram com o 3 a 0 conquistado pelo time mineiro.

Tudo começou quando a diretora da escola, Keila Valadares Fagundes, recebeu um telefonema da equipe de marketing do Coelho. Ela preparou a lista com alunos do 6º ao 9º anos. Cerca de 100 estudantes lotaram os três ônibus que saíram do Riacho em direção ao bairro do Horto, na capital.

Muitos usavam camisa do América, outros o segundo uniforme da escola, também na cor verde. Chegando ao Independência, os adolescentes entraram pelo portão 6, na rua Pitangui, e ocuparam a arquibancada atrás do gol.

“Por sermos uma escola tradicional em modalidades esportivas, os meninos terão ainda mais aguçado o lado esportivo que existe dentro de cada um deles. Vejo também que o América quer formar torcedores por ser um clube de família e em nossa escola notamos em cada rostinho a paixão que existe nos alunos”, destaca Keila Valadares.

Ítalo Gomes Ferreira e Laura Ribeiro, do 8º ano, disseram que no caminho para o estádio todos estavam animados, cantando o hino do América. “Estou muito feliz em poder conhecer o Independência”, comemora Ítalo. “Eu nunca tinha ido a um estádio de futebol e achei muito legal a escola nos dar essa oportunidade de conhecer um ambiente muito festivo e alegre. Eu acompanho futebol e acredito muito na força do esporte”, finalizou Laura.

Reportagem: Leonardo Melo
Fotos: Rafael D’ Souza
Publicação: 16/04/2018

Esporte promove integração de estudantes e comunidade

Valorização da cidadania, ocupação e manutenção dos espaços públicos são o foco da ação

A quadra da Escola Municipal Virgílio de Melo Franco, no bairro Vila São Paulo, foi o palco de diversas partidas amistosas entre os alunos que participam do projeto Esporte Cidadão. Promovido pelo Instituto Brasileiro de Excelência no Esporte & Cultura (IBEEC), os amistosos de futsal reuniram alunos de 11 a 15 anos e familiares.

O encontro também serviu para a valorização do espaço físico da escola, anteriormente abandonado e que agora vem sendo usado para as práticas esportivas que beneficiam a população do bairro e região. A diretora da escola, Valma Alves, garante que o projeto tem beneficiado não apenas a comunidade escolar, mas trouxe de volta o orgulho e o sentimento de pertencimento a toda comunidade. “Temos a satisfação de compartilhar estes momentos com a população, que se integrou ao projeto e vem sendo cada vez mais parceira da escola e dos alunos. Hoje sabemos que os cuidados com os espaços públicos são de responsabilidade de cada morador, e isso fortalece nosso trabalho à frente da educação na comunidade”, ressaltou.

Estudante do 9º ano, Gabriela Linhares, encontrou no projeto os amigos que ela buscava para a vida. A adolescente, tímida, tinha dificuldades de relacionamento e após iniciar as atividades de vôlei e futebol, dentro do projeto, teve uma melhora significativa em sua vida. Segundo o pai de Gabriela, Breno Soares, o projeto melhorou a jovem em todos os aspectos. “O projeto fez muito bem a ela. Não apenas no desenvolvimento educacional, mas, principalmente, no aspecto social e de relações com outras crianças. Isso para nós foi uma grande conquista”, relata o pai da estudante.

O educador físico do IBEEC, Sérgio Silva, ressalta que o principal objetivo é a formação cidadã dos alunos e a integração da comunidade com os projetos educacionais. “Muito além da prática esportiva, nosso objetivo é formar cidadãos. Estabelecer uma relação entre a comunidade e as instituições, buscando sempre o resgate do orgulho de ser parte integrante da cidade, do estado e daquilo que é nosso”, conclui.

O projeto Esporte Cidadão é patrocinado pela ArcelorMittal Brasil, Vallourec VSB e Belgo Bekaert Arames, com recursos da Lei Estadual de Incentivo ao Esporte, através do Programa Minas Esportiva Incentivo ao Esporte, da Secretaria de Estado de Esportes, e conta com a parceria da Secretaria Municipal de Educação (Seduc).

Reportagem: Marcelo Grillo
Foto: Elias Ramos

Atividades esportivas integram escolas na Regional Ressaca

Campeonato envolveu quatro instituições da região e foi disputado em três modalidades esportivas.

Cerca de 200 estudantes de quatro escolas da região da Ressaca participaram do 1º Campeonato Amistoso Esportivo Estudantil. O evento foi  realizado na quadra coberta da Escola Municipal Padre Joaquim de Souza e Silva. Os alunos disputaram jogos de futsal, queimada e vôlei. As escolas vitoriosas receberam troféus.

O diretor da escola Vereador Benedito Batista, Stéfano Santa Rosa, afirmou que nos encontros dos diretores já havia a proposta de criar uma forma de integração entre as escolas que que pertencem à mesma região. “Definimos em consenso que poderia ser o esporte o ambiente propício para esta integração; uma forma alegre e saudável de unir os estudantes através de jogos que já dominam”, disse Stéfano.

Quem levou o troféu no futsal de campeão foi a Escola Municipal Vereador Benedito Batista. Na final a equipe venceu a escola Padre Joaquim Souza e Silva por 2 x 1. O capitão do time vencedor, Felipe Hugo Franco de Morais, considerou que a vitória foi merecida, pois treinaram muito no mês de agosto. Já Leonardo Henrique Silva Neves da equipe da queimada da Benedito Batista, que ficou em 2º lugar no confronto contra a Machado de Assis, disse que o “importante é participar”.

Segundo a diretora da Padre Joaquim de Souza Silva, Juliana Lott, cada escola organizou a uma olimpíada em agosto, para finalizar os jogos em setembro. A Padre Joaquim ficou com o 2º lugar em todas as modalidades.

Vencedores

Além da Benedito Batista, campeã no futsal, a Machado de Assis, do diretor Ilton César Vieira, sagrou-se campeã na queimada. Já o primeiro lugar no voleibol ficou com a Escola Municipal Rita Carmelina da Rocha , sob a direção de André Avellar.

Reportagem: Noeme Ramos
Foto: Luiz Henrique Grossi

Atletas de Contagem brilham na etapa regional do Jemg

Vários alunos da cidade conquistaram vagas para a etapa estadual que acontece em Uberaba.

Atletas de diversas escolas de Contagem brilharam na etapa regional dos Jogos Escolares de Minas Gerais (Jemg/2017), ocorrida entre os dias 10 e 15 de julho, em Arcos. Na oportunidade, quatro atletas do xadrez e a equipe de voleibol feminino módulo I, do colégio Novos Tempos, conquistaram vagas para a disputa da fase estadual dos jogos, que vão acontecer em Uberaba entre os dias 31 de julho e 05 de agosto.

Quase dois mil atletas participaram da etapa regional em Arcos. A cidade foi representada por quatro equipes de modalidades coletivas (vôlei e Handebol) no masculino e feminino, por quatro duplas de peteca, e sete atletas de Xadrez. As disputas foram divididas em dois módulos. Módulo I, com alunos de 12 a 14 anos (nascidos em 2005, 2004 e 2003) e o Módulo II, de 15 a 17 anos (nascidos em 2002, 2001 e 2000).

As escolas municipais foram destaque na competição. No xadrez, dos sete atletas na disputa, quatro conquistaram a classificação para fase estadual. Gabriel Jacob Circuncisão sagrou-se campeão no módulo I e Ryan Salvino Corgosinho, conquistou o terceiro lugar no módulo II, ambos da Escola Municipal Sócrates Mariani Bittencourt. O atleta Gustavo Henrique Moselli da Escola Municipal Carlos Drummond de Andrade conquistou a vaga com o quarto lugar no módulo I, assim como Vinícius Soares Alvim, da Escola Municipal Heitor Villa Lobos, que conseguiu a classificação na mesma categoria.

Na peteca os estudantes da rede municipal continuaram se destacando, pois das quatro duplas de peteca, duas chegaram a grande final e ficaram com o vice-campeonato no masculino e feminino do módulo I. As duplas finalistas são da escola Heitor Villa Lobos.

Equipes

Das modalidades coletivas, três se classificaram para as semifinais e uma conquistou o título. O lugar mais alto do pódio foi ocupado pelas atletas do voleibol feminino módulo I do Colégio Novos Tempos, que também ficou com o vice-campeonato no handebol masculino módulo I. Já o Colégio Santo Agostinho conseguiu a medalha de bronze no handebol feminino módulo I.

Um programa esportivo social

Os Jogos Escolares de Minas Gerais (Jemg/2017) é o maior e o mais importante programa esportivo social do Estado. Trata-se de uma competição esportiva educacional da qual podem participar as escolas públicas e particulares com alunos atletas do Ensino Fundamental e Ensino Médio, dos 853 municípios.

Os Jogos acontecem em quatro etapas (municipal, microrregional, regional e estadual), em dois módulos. A Delegação de Contagem ficou alojada na Escola Estadual Dona Berenice de Magalhães Pinto, onde foi muito bem acolhida pelo diretor Flávio Batista Gonçalves e toda a sua equipe.

Reportagem: Noeme Ramos
Fotos: Ivan Carvalho dos Santos

Programa Segundo Tempo vai atender jovens em Nova Contagem

Projeto esportivo vai beneficiar, com a prática esportivas, centenas de alunos na comunidade

Farley Cristiam tem oito anos e está no 3º ano do ensino básico, na Escola Municipal Ivan Diniz Macedo, localizada em Nova Contagem. O futebol é seu esporte preferido e o único que pratica. Porém, a realidade do garoto vai mudar com a chegada do programa Segundo Tempo, do Ministério do Esporte, que dará oportunidade de descobrir novas modalidades. “Achei muito legal esse projeto, poderei praticar vários esportes na escola”. O programa promove o desenvolvimento integral de crianças e adolescentes, tendo o esporte como fator de formação da cidadania e melhoria da qualidade de vida.

A Escola Municipal Ivan Diniz Macedo, que acolhe mais de 1200 alunos, é uma das 20 intuições de ensino municipais contempladas com o Segundo Tempo. A escola recebeu na terça-feira (13), um kit esportivo, com uniformes, mesa de ping-pong, bolas de futebol e vôlei, jogos de damas e dominó. Segundo o secretário de Esportes, Kaká Menezes, o objetivo do projeto é fazer da quadra uma extensão da sala de aula. “O esporte é a melhor ação para a prevenção da violência e uso de drogas”.

O núcleo funcionará no turno da noite (17h30 às 21h30), de segunda a quinta-feira. A escola apresentou uma demanda para contemplar alunos entre 6 e 17 anos. Mais de 130 alunos já se inscreveram para participar das atividades. “Acreditamos que o esporte ajuda envolver a comunidade, descobrir novos atletas. Com o projeto, poderemos democratizar a prática esportiva e promovendo o acesso à comunidade”, ressaltou a diretora da escola, Célia da Rocha.

 

Reportagem: Lucas Santos
Foto: Ricardo Lima