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1º Piquenique Inclusão Solidária é realizado em Contagem

Atividades serão promovidas com o objetivo de levar lazer às pessoas com deficiência em Contagem

Neste domingo (20), a partir das 8h30, acontece o 1º Piquenique do Circuito Inclusão Solidária, no Parque Ecológico Thiago Rodrigues, na rua Paineiras, 1722, bairro Eldorado. O piquenique é uma iniciativa da fundadora do circuito, Débora Batista, e conta com o apoio da Prefeitura de Contagem, por meio da Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Cidadania, e outras instituições.

A proposta do 1º Piquenique é levar diversão e entretenimento às crianças e jovens com deficiência. Para isso, serão disponibilizadas diversas atividades, dentre elas, brincadeiras, contação de histórias, capoeira, tambor, jornal inclusivo e seção de fotos com as mães. Embora o público-alvo sejam as crianças com deficiência, pessoas de qualquer idade podem participar, explica fundadora do projeto. “Nosso objetivo é fazer a inclusão e a integração das famílias, proporcionado aos participantes um dia agradável e descontraído no parque”.

Além das brincadeiras, o Circuito Inclusão Solidário vai contar com intérprete de LIBRAS e um núcleo sensorial composto por fonoaudiólogo, terapeuta ocupacional e nutricionista materno-infantil. Os profissionais estarão no local compartilhado dicas e informações voltadas, principalmente, para o público-alvo do piquenique.

No parque também será montada uma grande mesa de café da manhã. É importante que cada família leve um lanche para ser partilhado. A previsão é que o evento dure até às 12h. Para o secretário Municipal de Direitos Humanos e Cidadania, Marcelo Lino, apoiar eventos simples e engrandecedores como este é um compromisso do município. “Sabemos que quando o poder público caminha, lado a lado, com a sociedade civil, a humanidade tende a evoluir. Precisamos conhecer as necessidades para propor políticas públicas eficientes que, inclusive, levem em conta a inclusão social”, ressaltou Lino.

Reportagem: Carol Cunha
Arte: Divulgação
Publicação: 17/05/2018

Instrutor desenvolve metodologia de inclusão em Umei de Contagem

Ações têm o objetivo de proporcionar maior interação entre estudantes

Gladson Bueno é deficiente auditivo e instrutor na Unidade Municipal de Educação Infantil (Umei) Nova Contagem. O profissional é responsável por acompanhar um garotinho, de 5 anos, que também possui deficiência auditiva. Gladson utiliza a Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS para auxiliar o estudante no aprendizado.

O que tem chamado a atenção é que Gladson passou a ensinar a todas as crianças como se comunicar com surdos. De personalidade alegre e contagiante, Gladson consegue atrair a atenção de todas as crianças e dessa forma mostra que as limitações não são barreiras para o convício social.

A escola possui 156 estudantes, de 4 e 5 anos. Durante o recreio e também em eventos o instrutor faz questão de ensinar as diversas possibilidades de comunicação. “As pessoas não vivem sozinhas, elas vivem em comunidade. E para sermos cidadãos, devemos aceitar a inclusão em nossas vidas cotidianas. Os nossos estudantes, por serem de uma faixa etária menor, estão aceitando e compreendendo o quanto é importante a inclusão no ambiente escolar”, destacou a pedagoga, Ivete Alves dos Santos.

O trabalho já tem gerado frutos, tanto que o estudante, portador de deficiência, que é monitorado por Gladson, passou a se socializar mais com os outros coleguinhas e a ter um maior desempenho em sala de aula. “O Maxwell sempre foi um aluno mais tímido, a partir desse trabalho ele se tornou mais comunicativo”, explica a professora de Atendimento Educacional Especializado (AEE), Luciene Fonseca da Silva.

Para Gladson, ser um profissional de LIBRAS na escola, é estar preocupado com o bem-estar dos estudantes e ajudar a desenvolver o método de comunicação. “Acredito que devemos transpor todo tipo de barreira que impede a comunicação. Gosto de participar do dia a dia dos estudantes e contribuir para a evolução educacional e pessoal”, destaca.

Reportagem: Leonardo Melo
Fotos: Newton de Castro Resende
Publicação: 06/04/2018

Novos estagiários para o atendimento a estudantes com deficiência

A previsão é que os novos contratados estejam nas escolas na próxima semana

A Secretaria Municipal de Educação deu início ao processo de contratação de 150 novos estagiários que vão atender os estudantes com deficiência da rede municipal de ensino. Os candidatos se inscreveram por meio por meio do programa de estágios da Prefeitura.

Os estagiários têm a função de auxiliar os estudantes na comunicação, locomoção, alimentação e higiene, dentro e fora da sala de aula. “A presença do estagiário serve para auxiliar na autonomia do estudante a desenvolver as atividades propostas para a classe. Ele é peça fundamental no auxílio ao estudante e ao professor”, explicou a pedagoga de apoio da Inclusão, Evanir Andrade.

Atualmente, o município possui 380 estagiários. As novas contratações vão possibilitar um atendimento mais qualificado e eficiente aos estudantes com deficiência. Estão sendo convocados os candidatos que cursam e pedagogia e que se inscreveram no portal da Prefeitura entre 26 de setembro de 2017 à 21 de fevereiro de 2018 e os granduandos de educação física, que fizeram o cadastro entre 2 de janeiro de 2017 e 11 de setembro.

A previsão é que os novos contratados já estejam nas escolas na próxima semana. A filha da dona de casa Mariana Silvério tem paralisia cerebral. A criança, de 3 anos é acompanhada por uma estagiária. Para a mãe, a presença da acompanhante em sala é sinônimo de tranquilidade. “Esse acompanhamento faz com que minha filha receba os cuidados que ela necessita. Fico aliviada em saber que durante todo o tempo em que ela está na escola tem alguém disponível para acompanhar os passos dela”, finalizou.

Reportagem: Leonardo Melo
Foto: Newton de Castro Resende
Publicação: 02/03/2018

Cuidadores se preparam para o início do ano letivo

Grupo aprende de maneira teórica e prática as formas de auxiliar no aprendizado de deficientes auditivos

O período é de férias para os estudantes, já para os cuidadores, janeiro é sinônimo de aprendizagem. Setenta e oito profissionais, responsáveis por auxiliar os alunos com deficiência auditiva da rede, passam por cursos de capacitação. Durante a semana eles participaram de palestras. A ação foi realizada pelo Departamento de Inclusão da Secretaria Municipal de Educação (Seduc), em parceria com a Associação dos Surdos de Contagem (ASC).

O módulo propôs aprofundar a discussão sobre a inclusão escolar nas esferas da sociedade. Os cuidadores também receberam dicas de como desempenhar as funções dentro e fora da sala de aula e ainda puderam conhecer as diversas necessidades dos estudantes de inclusão. “Os cuidadores são comprometidos com a causa e esse interesse é essencial para o bom desenvolvimento do trabalho”, destacou a intérprete de LIBRAS, Bianca dos Santos Souza.

Um dos palestrantes,  o coordenador de Políticas para a Pessoa com Deficiência de Contagem, Marcelo Lino, abordou que o cuidador deve observar as habilidades e capacidade de aprendizagem dos estudantes. “É importante descobrirmos o potencial de cada um. Devemos trabalhar com a linha de humanização”, enfatizou Marcelo.

O cilo de palestras termina nesta sexta-feira (26). Além da teoria, os cuidadores absorvem conteúdos práticos. Aulas de primeiros socorros e LIBRAS estão inseridas na programação. “É fundamental termos esses cursos para conhecermos novas técnicas e também aprimorarmos as nossas habilidades”, finalizou a cuidadora, Maria Helena Martins Silva.

Reportagem e fotos: Leonardo Melo
Publicação: 25/01/2018

Seduc promove workshop sobre inclusão nas escolas

Cerca de 200 profissionais estiveram presentes na PUC Contagem.

O setor de Inclusão, da Secretaria Municipal de Educação (Seduc), promoveu na última sexta-feira (24), workshop voltado para estudos de casos de alunos atendidos nas Salas de Recursos Multifuncionais e no Atendimento Educacional Especializado (AEE). O encontro aconteceu no auditório da Pontifícia Universidade Católica (PUC) Contagem.

O evento visou aprofundar a discussão no que diz respeito à inclusão escolar e as demais esferas da sociedade. Foram apresentados exemplos de casos com alunos de algumas escolas do município, o que serviu para ilustrar a real intenção da Seduc em estar à disposição para tudo que diz respeito aos alunos com deficiência. “O encontro serviu para mostrar quanto é importante as políticas sociais. Penso que devemos trabalhar forte para incluir as nossas crianças, jovens e adultos nas escolas contagenses”, destacou o chefe de gabinete do prefeito, Sérgio Mendes.

A condução do curso foi feita pelas professoras do AEE. Cerca de 200 estagiários, cuidadores, pedagogos, intérpretes e instrutores que trabalham com estudantes da inclusão da rede municipal de ensino estiveram presentes. “Eventos assim mostram a diversidade e a forma como devemos levar a informação para dentro e fora das escolas. O contato com as famílias é primordial para o desenvolvimento e progresso do aluno”, explicou a instrutora de Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS), Danubia Mendes.

Atualmente, Contagem, conta com 1.300 estudantes com deficiência. Eles são assistidos por meio dos AEE, que ocorre nas salas de recursos multifuncionais e no AEE Móvel, que são promovidos nos Centros de Educação Infantil (Cemeis). Os professores se deslocam até as unidades de ensino destinadas às crianças para fazer o atendimento específico. São elaborados planos de trabalho para atender às necessidades de cada estudante, objetivando o ensino e fortalecendo a aprendizagem e a autonomia dos mesmos.
A prefeitura também disponibiliza auxiliares de apoio que ajudam na alimentação, locomoção, higienização e comunicação. “A preocupação da Seduc é oferecer atividades nas perspectivas de cuidar e desenvolver ações com as professoras de AEE e toda equipe. Vamos fazer um trabalho qualificado nos trabalhos de inclusão ao ensino”, finalizou a secretária adjunta de Educação, Cláudia Caldeira Soares.

Reportagem e fotos: Leonardo Melo

Secretaria de Educação realiza workshop sobre inclusão escolar

Estratégias e recursos de trabalho para estudantes com deficiência serão discutidos em palestras

A Secretaria Municipal de Educação realiza amanhã (24) um workshop para estagiários e profissionais que atuam na área de inclusão. O objetivo é profundar a discussão sobre a importância da inclusão escolar.

O workshop foi criado pelas professoras do Atendimento Educacional Especializado (AEE). Os participantes terão acesso à exposições de materiais e recursos que possam melhorar a participação dos alunos nas salas de recursos e no AEE móvel.

O evento é voltado para estagiários, cuidadores, pedagogos, intérpretes e instrutores que trabalham com estudantes da inclusão da rede municipal de ensino. Não é preciso fazer inscrição.
As palestras serão ministradas por professoras que realizaram os estudos durante o ano, com o foco em amplificar diversas estratégias de atividades para cuidadores, estagiários, intérpretes e pedagogos.

O evento será realizado na Rua Comprido, 4580, Cinco, Contagem. O workshop terá dois horários de 8h as 11h30e de 13h as 17h. Mais informações pelo telefone 3352 2063.

Temas do workshop

Síndrome Arnold Chiari – Professora Jéssica de Lourdes Ferreira Nogueira
Síndrome de Down – Professora Elietti Miranda de Paula Nunes e Professora Luciana dos Santos Lima Gomes
Deficiência Intelectual – Professora Rosane de Fátima Gomes da Rocha e Professora Shirley Piedade Ferreira
Laudo Inconclusivo – Professora Rosa Irene D Assunção
Atraso Global do Desenvolvimento – Professora Marlene Aparecida Torres Fernandes

Reportagem: Nayara Macedo (sob supervisão de Júlio César Santos)
Arte: Marleyde Santos

Mostra cultural destaca respeito e cidadania

Trabalhos foram desenvolvidos por pais e estudantes

A Escola Municipal Doutor Sabino Barroso promoveu uma mostra cultural na qual os pais também foram responsáveis pela produção e apresentação dos trabalhos. A proposta foi valorizar a cultura cívica por meio da inclusão e das tradições. A temática “Brasil Plural: Diversidades de obras e linguagens” abordou a importância de preservar o respeito e a cidadania.“Nosso pensamento foi dar a voz a quem é esquecido e não é priorizado”, disse vice-diretora, Iara de Queiroz.

Ao todo, 600 estudantes participaram da mostra que teve como base a Lei 10.639, que resguarda e inclui História e Cultura Afro-Brasileira no currículo estudantil e também a Lei Brasileira de Inclusão (LBI) que é destinada a promover condições de igualdade para pessoas com deficiência, proporcionando a inclusão social.

Houve apresentação de peças teatrais, declamação de poesias e desfile. Nos estandes, os participantes puderam conhecer a história, cultura e costumes de diversas gerações. “Tentamos incentivar os alunos a procurarem lugares e pessoas que são referências e contribuíram com o desenvolvimento cultural e social do país. Carlos Drummond Andrade e Cecília Meireles, por exemplo, foram inspirações para alguns trabalhos”, destacou a vice-diretora.

Os estudantes da inclusão fizeram o lançamento de um livro infantil. Já as mães participaram de uma roda de discussão sobre filhos diabéticos. Quem não tinha carteira de identidade pôde providenciar o documento.

Reportagem: Nayara Macedo (Sob supervisão de Júlio César Santos)
Foto: Divulgação

Mais de 600 profissionais discutem educação inclusiva

Representantes da Seduc participam de Congresso Internacional para qualificar o ensino na cidade.

Para melhorar a qualidade do ensino, representantes da Secretária Municipal de Educação (Seduc) participaram do II Congresso Internacional de Neurociência e Aprendizagem da Infância e Juventude – Brain Conection. O evento é considerado um dos maiores no setor educacional do Brasil. O objetivo é aprofundar os conhecimentos sobre educação inclusiva, transtornos da aprendizagem, neurociências, educação e relações familiares.

Mais de 600 profissionais de diversos países participaram do congresso. O Brain Conection foi realizado nos dias 7,8 e 9 de setembro em Belo Horizonte. As atividades foram voltadas para pais, estudantes, professores, psicólogos, terapeutas ou a profissionais de qualquer área da educação e saúde.

Para a professora Marta Relvas, uma das principais palestrantes, a participação dos educadores é fundamental. “É necessário que os profissionais entendam como funcionam as possibilidades de ensino para que os transtornos possam ser reconhecidos em sala de aula e a aprendizagem seja qualificada”, afirmou.

Além das palestras, os congressistas tiveram a oportunidade de participar de workshops, debates, conhecer trabalhos científicos e livros.

A assessora pedagógica da Seduc, Francimara Batista, relatou que os temas discutidos serão levados para a secretaria e serão colocados em prática nas escolas. “A busca ao conhecimento deve ser constante, é importante sabermos quais são as novas tendências na educação inclusiva para proporcionarmos mais qualidade de ensino, por isso a participação de professores da rede municipal é indispensável. Tudo que aprendemos aqui será levado para os nossos estudantes”, disse.

Atualmente, a cidade de Contagem possui 1130 estudantes com algum tipo de deficiência na rede municipal de ensino. Eles possuem acompanhamento individual e coletivo de cuidadores e estagiários, que dão suporte ao aprendizado em sala de aula. Além das aulas convencionais, eles participam de métodos pedagógicos que são aplicados em salas multifuncionais.

 

Reportagem: Nayara Vianna
Fotos: Rafael Souza

Sem limites para o aprendizado na rede municipal de educação

São 27 salas multifuncionais para atendimento de estudantes com deficiência

Pessoas com deficiência vêm conquistando cada vez mais espaço em nossa sociedade. E isso não é diferente nas escolas de Contagem: são cerca de 1.200 estudantes matriculados na rede. A inclusão é assegurada desde a aprovação do Decreto nº 186, de 9 de julho de 2008, no Congresso Nacional. O trabalho dos professores do Atendimento Educacional Especializado (AEE) também vem se consolidando ao longo dos anos.

Eles são responsáveis por acolher, orientar, trocar informações e experiências de recursos que favoreçam os avanços das potencialidades dos alunos. Também instruem os familiares quanto ao trabalho desenvolvido em sala de aula. No ambiente pedagógico são promovidas ações que dão possibilidades e estratégias quanto à integração do aluno na sociedade. Os profissionais do AEE não atuam no reforço escolar, mas como norteadores no processo de inclusão do estudante.

Os atendimentos são no turno diferente ao que o aluno estuda, nas Salas de Recursos Multifuncionais, na própria escola do estudante ou em uma próxima à residência dele. As salas são criadas por meio de convênio com o Ministério da Educação e são equipadas com jogos, tablets e brinquedos. Além disso, no ato da matrícula é preciso fazer dois registros, um em classe comum na rede pública de ensino e outro no AEE.

Há no município cerca de 27 salas. A cidade também conta com cinco professores de AEE Móvel, que estão à disposição dos alunos da rede infantil e seguem um cronograma para atender todas as regionais. O trabalho conta com o auxílio de estagiários e cuidadores contratados. Eles prestam ajuda individualizada aos estudantes.

O profissional de apoio deve atuar de forma articulada com os professores do aluno de Educação Especial, da sala comum e Sala de Recursos Multifuncionais. “O trabalho que está sendo feito nas escolas de Contagem é de extrema importância. A medida que convivemos com os alunos percebemos que o lugar da escola é na vida de todos”, salienta Márcia Aparecida de Matos, coordenadora da Inclusão da Secretaria Municipal de Educação.

A professora de AEE Rosane de Fátima Gomes Rocha destaca que os 32 anos de experiência na educação lhe proporcionaram grandes desafios e que ela se sente agradecida pelo trabalho nas salas multifuncionais. “A cada atendimento, meu coração transborda de alegria. Procuro lembrar sempre que meus alunos são anjos que me trazem experiência e aprendizado”, enfatiza.

O motorista Joselito de Barros tem um filho com autismo. Ele faz parte do grupo de alunos que exercem atividades na sala multifuncional da Escola Municipal Professor Hilton Rocha. Ele explica que a escola possui excelentes aparatos tecnológicos e percebeu que os resultados foram satisfatórios no desenvolvimento do seu filho. “A escola por ser pública tem uma infraestrutura adequada para atender as crianças, jovens e adultos. O desempenho do meu filho melhorou. Eu atribuo aos profissionais e a estrutura da escola”, ressalta.

Transporte

Outra ferramenta de inclusão na cidade é o programa Sem Limite da Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Cidadania. O trabalho é voltado ao transporte de crianças, adolescentes e adultos com deficiência. Cerca de 25 veículos atendem 280 pessoas de segunda a sexta-feira, levando-os em escolas e nos locais de reabilitação.

O cadastro pode ser feito nos Centros de Referência da Assistência Social (Cras), logo após a pessoa passa por uma perícia para averiguar suas condições e necessidades. “O programa existe há 10 anos e representa uma possibilidade de uma vida melhor no âmbito social”, finaliza Marcelo Lino, coordenador de Políticas para Pessoas com Deficiência.

Reportagem: Leonardo Melo
Fotos: Geraldo Tadeu