Direitos humanos, cidadania e juventude são temas de palestras em escolas de Contagem

O surgimento da declaração universal de direitos humanos, adotada pela Organização das Nações Unidas em 10 de dezembro de 1948, foi citado com destaque nas palestras.

A Superintendência de Direitos Humanos e Diversidade Sexual, da Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Cidadania, promoveu palestras em escolas municipais e estaduais durante a última semana. Em alusão ao Dia Nacional da Consciência Negra (20 de novembro), a Superintendência tratou o tema com estudantes entre 14 e 17 anos. Temas como direitos humanos, cidadania e juventude, homotransfobia, preconceito, entre outros, também foram abordados. As escolas municipais Eli Horta Costa e Pedro de Alcântara Junior e a Escola Estadual Catarina Jorge Gonçalves receberam as palestras.

O surgimento da declaração universal de direitos humanos, adotada pela Organização das Nações Unidas em 10 de dezembro de 1948, foi citado com destaque nas palestras. “Os 30 artigos da declaração tratam sobre direitos individuais e coletivos da humanidade. Falamos também sobre a questão da homotransfobia, de crime equiparado do racismo que consta na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989, que fala sobre essa tratativa e de como essa legislação vai influir a partir de agora na vida até mesmo dos estudantes dentro das escolas”, disse o superintendente Marco Antônio Diniz.

De acordo com ele, é sempre uma honra falar sobre temas tão importantes. “Infelizmente o preconceito é pré-histórico. Precisamos mudar isso, e a melhor forma para que isso aconteça é por meio de informações, além de respeitar o próximo. A dica que sempre dou nas palestras que faço é que todos devem conhecer, estudar e pesquisar, pois o conhecimento, após adquirido, é algo que ninguém tira de nós”, afirmou Marco.

Na Escola Municipal Pedro de Alcântara Junior, a palestra foi solicita pela professora Andreza Castro Ribeiro. “Estamos trabalhando sobre vários assuntos de diversidade, sobre o dia da consciência negra, preconceito e discriminação em geral. Acho muito importante recebermos uma pessoa de fora conversar com os alunos e professores para abordar, de maneira diferente, temas tão importantes como estes. Sempre que possível vamos convidá-los para outras palestras’, disse.

Reportagem: Raquel Lopes
Foto: Divulgação
Publicação: 29/11/19

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