Posts com a Tag ‘Vigilância Sanitária’

Voluntários se unem em Contagem para fornecer lanches a pacientes e acompanhantes de UPAs da Cidade

Membros do Programa Transformar Contagem começam a desenvolver a partir deste sábado, 11 de julho, ações para amparar pacientes e acompanhantes que estão nas UPAs da cidade. Eles irão colocar lanches em saquinhos e pendurar em um varal na porta das unidades de saúde. A intensão é fornecer alimentos rápidos à essas pessoas que buscam assistência médica.

A ideia partiu de membros do Programa Transformar Contagem, já que neste momento de pandemia, muitas pessoas perderam emprego e não têm condições de comprar comida quando vão para a rua.

Os voluntários fizeram parcerias com empresas, que realizaram as doações. A Vigilância Sanitária da cidade encaminhou diretrizes sobre manejo e distribuição. Os membros do grupo passaram a semana montando os kits.

Além da distribuição dos lanches aos pacientes e acompanhantes, o grupo montou marmitinhas para os profissionais de saúde. Nelas, além dos lanches, vão bilhetinhos de agradecimento e motivação.

O primeiro varal solidário será realizado na UPA JK, que é a mais movimentada da cidade. Serão colocados no cara cerca de 500 lanches. Os voluntários esperam que apenas pessoas que de fato necessitem é que não podem pagar por um lanche peguem os alimentos.

A ideia é que o varal seja levado a cada semana a uma unidade de urgência da cidade.

Quem quiser fazer doações pode ligar para (31) 98865 1298. 

 

 

Repórter: Júlio César Santos
Foto: Divulgação
Data: 10/07/2020 

Vigilância Sanitária de Contagem avalia ações de prevenção ao Covid-19 na CeasaMinas

Expositores, clientes e lojistas entraram em contato com a Secretaria de Saúde de Contagem para relatar a falta de fiscalização por parte dos responsáveis pela central de abastecimento

 

Integrantes da Vigilância Sanitária de Contagem percorreram, nesta quinta-feira (18), instalações da Centrais de Abastecimento de Minas Gerais (CeasaMinas) após denúncias de descumprimento de regras para evitar a disseminação da Covid-19 no local.

Expositores, clientes e lojistas entraram em contato com a Secretaria de Saúde de Contagem para relatar a suposta falta de fiscalização por parte dos responsáveis pela central de abastecimento.

Nivaldo Boner, que  trabalha na CeasaMinas, disse que está preocupado com a falta de prevenção da Covid-19 entre os expositores, frequentadores e caminhoneiros. “Muitas pessoas não estão usando máscara, e nem passando álcool em gel, e teve alguns casos aqui”, afirmou.

“Na Ceasa frequentam cerca de 40 mil pessoas diariamente, então firmamos um plano de ação para que o entreposto previna a proliferação do Covid-19”, destacou o  superintendente de Vigilância em Saúde de Contagem, José Renato de Rezende.

Os representantes da vigilância foram aos principais pontos de vendas, conversaram com vendedores e usuários. Após a visita, os profissionais irão enviar um relatório para a direção da central de abastecimento para informar se o plano de ação do entreposto foi executado ou não.

Ação de prevenção

No dia 5 de junho deste ano, representantes da Vigilância Sanitária de Contagem e da CeasaMinas tinham se reunido para debater um plano de ação para a prevenção da disseminação da Covid-19.

Foi pactuado com a direção do local a implantação de bloqueios na entrada, uso de termômetros e a utilização de máscaras de proteção e álcool em gel pelos clientes e comerciantes. 

 

Repórter: Lucas Santos 

Foto: Adelcio Barbosa

Data: 18/06/2020

Vigilância sanitária de Contagem faz vistoria em fábrica de vestimentas hospitalares

A inspeção foi feita em cumprimento à Resolução nº 356/2020, da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que versa sobre a fabricação e a aquisição de equipamentos prioritários de proteção individual (EPI) em razão da pandemia do novo coronavírus (Covid-19).

 

Integrantes da Vigilância Sanitária de Contagem fizeram, nesta terça-feira (24), uma inspeção em empresa que produz aventais hospitalares, em cumprimento à Resolução nº 356/2020, da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que versa sobre a fabricação e a aquisição de equipamentos prioritários de proteção individual (EPI) em razão da pandemia do novo coronavírus (Covid-19). O intuito da agência federal é aumentar a oferta dos produtos para atender a crescente demanda nacional.

A resolução, divulgada nesta segunda-feira (23), determina que de maneira excepcional e temporária as empresas do setor ficam dispensadas, pelo prazo de 180 dias, da apresentação de documentos como a “Autorização de Funcionamento de Empresa, da notificação do produto perante a Anvisa, bem como de outras autorizações sanitárias”. Apesar da dispensa temporária dos certificados, o informe traz um rol de determinações quanto à qualidade do produto a ser fabricado, que precisa seguir as normas contidas no regulamento.

A ação feita pela Vigilância Sanitária de Contagem teve o intuito de repassar informações aos proprietários da empresa no tocante a especificações sobre a fabricação dos materiais. O informe da Anvisa obriga o fabricante a “garantir a qualidade, a segurança e a eficácia dos produtos fabricados em conformidade com este regulamento”.

“A emissão dos dois documentos [Autorização de Funcionamento de Empresa e Alvará Sanitário] pode ser demorada. Na prática, a resolução ora publicada isenta temporariamente as empresas nesse quesito, mas determina quais são as normas técnicas para a produção desses equipamentos”, disse Carolina Diniz, farmacêutica e Inspetora de Saúde da Secretaria Municipal de Saúde de Contagem (SMS).

Conforme Simone Castro, Inspetora de Saúde da SMS, a responsável técnica da empresa foi orientada a seguir as normas vigentes. “Não há flexibilização da qualidade dos produtos. Orientamos a responsável técnica sobre a questão da garantia da qualidade dos produtos que serão fabricados no local”, afirmou.

Segundo ela, além das orientações sobre a excelência exigida na fabricação dos produtos, foi entregue um relatório de vistoria aos responsáveis pela empresa com pendências documentais que precisam ser sanadas quando expirar o prazo de excepcionalidade dado pela Anvisa.

Denúncias à Vigilância Sanitária

A Vigilância Sanitária de Contagem ainda orienta a população a somente adquirir itens de proteção no combate ao coronavírus de estabelecimentos comerciais devidamente licenciados. O órgão faz fiscalizações constantes no combate à fabricação clandestina de produtos que terão a procura aumentada neste período de pandemia, segundo a farmacêutica e Inspetora de Saúde Sandra Cordeiro.

Em outra frente, a Vigilância Sanitária pede aos moradores da cidade que denunciem casos de fabricação clandestina dos materiais por meio dos telefones: 3472-6353 e 3472-6354. O anonimato do denunciante é garantido. “Após a denúncia, a fiscalização vai ao local verificar. As pessoas têm que ter a consciência que os produtos, se não forem feitos dentro dos padrões de higiene adequados, podem até contaminar os consumidores. Corre-se o risco de contaminação e da ineficácia do produto”, explicou Carolina Diniz.

 

 

Repórter: Rayder Bragon 

Data: 24/03/2020 

Prazo encerrado para entrega voluntária da cerveja Backer na Vigilância Sanitária de Contagem

Aqueles que não conseguiram entregar as garrafas até o prazo determinado (7 de fevereiro) precisam procurar o estabelecimento onde as comprou ou a própria Backer

 

A Prefeitura de Contagem, por meio da Vigilância Sanitária, recolheu cerca de 60 unidades das cervejas produzidas pela Backer. Entre as marcas estão Belo Horizontina, Backer e Capitão Senra. O material recolhido pela Prefeitura de Contagem permanecerá armazenado até que todas as investigações sejam finalizadas.

As  garrafas serão encaminhadas para a Polícia Civil. Entre as 60 unidades (fechadas), a Vigilância Sanitária recebeu três garrafas de cervejas que foram consumidas. A Secretaria de Estado de Saúde orientou a população que quem tivesse cervejas de qualquer marca da Backer não as descartasse em pias ou vasos sanitários e nem as colocassem no lixo. Em Contagem, a Vigilância Sanitária foi encarregada de receber as cervejas. Aqueles que não conseguiram entregar as garrafas até o prazo determinado (7 de fevereiro) precisam procurar o estabelecimento onde as comprou ou a própria Cervejaria Backer.

A Vigilância Sanitária de Contagem começou a receber as cervejas desde 6 de janeiro deste ano, após a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) e Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) comprovarem a presença de dietilenoglicol e monoetilenoglicol em 41 lotes de dez rótulos da cervejaria.

O diretor da Vigilância Sanitária, Paulo Barcelos, destacou a ação do órgão para ajudar nas investigações. “Criamos um protocolo de recebimento das cervejas que buscou facilitar a devolução pelo consumidor, de forma rápida e segura”, informou. A iniciativa também foi reforçada pelo superintende de Vigilância em Saúde, José Renato de Rezende Costa. Ele ressaltou que a Vigilância em Saúde está sempre atenta a questões como a que ocorreu com a cervejaria. “É nossa responsabilidade atuar junto aos órgãos para garantir a proteção da sociedade”, concluiu José Renato.

 Entenda o caso

A Polícia Civil de Minas Gerais investiga 33 casos de intoxicação por dietilenoglicol relacionados ao consumo de cervejas produzida  pela Backer, seis pessoas morreram. A Polícia Civil reforça que não há nenhum caso em investigação anterior a outubro de 2019.

 

Repórter: Lucas Santos

Foto: Fábio Silva

Data: 07/02/2020

O talento que vem no sangue

A inspetora da saúde, Gabriela Buzette, tem um enorme coração. Com um jeitinho simpático e amoroso, ela conquista onde passa. Apesar de ser uma das mais jovens inspetoras, ela já reconhecida no que faz.

Ela começou sua trajetória na Vigilância Sanitária há sete anos, entretanto seus locais de trabalho mudaram durante esse período. No início, ela inspecionava padarias, restaurantes, ou seja, estabelecimentos com baixa complexidade. Atualmente, inspeciona grandes indústrias alimentícias do município.  

Sempre buscando conhecimento, Gabriela explicou que tem muito interesse em conhecer novos assuntos. Para ela, no quesito técnico a sua formação em nutrição ajudou bastante, mas, além disso, a busca por conhecimento e a experiência com outros inspetores foram fundamentais. “É muito interessante o tanto que a gente consegue aprender aqui no serviço. Eu sou uma das inspetoras que entrou mais recentemente, então a experiência dos demais inspetores foi um aprendizado que eu não conseguiria ter em outro local”, concluiu.

A jovem inspetora, também, relatou que enfrenta diversas situações e que sua experiência ajudou bastante. “Foi por meio da capacitação que eu recebi que eu consegui lidar com todo o processo educativo. Busquei muito e eu acredito que seja um diferencial até para minha atuação no meu campo de trabalho”, conclui.

Ela conheceu a vigilância sanitária desde pequena e relatou que via sua mãe trabalhando no setor e que isso sempre a motivou. “Eu sempre admirei a profissão, então eu tive a oportunidade de prestar um concurso e passar”, concluiu.

Perguntada sobre como é trabalhar com sua mãe, ela respondeu que é uma realização de sonho. “É muito interessante trabalhar com minha mãe, no inicio foi até um pouco estranho participar de reuniões com ela, mas hoje é muito natural para as duas. É um aprendizado excelente, pois minha mãe é referência na área”, relatou.

Gabriela finaliza com uma mensagem: “Tenho que agradecer muito aos meus colegas, por todo conhecimento e convívio. Sempre recebi um apoio imenso na vigilância sanitária. Eles fazem parte da minha historia e de todo meu crescimento profissional”.

 

 

 

Repórter: Lorena Campos (sob supervisão de Lucas Santos)

Foto: Fábio Silva

Data: 09/07/2019

 

Conselhos promovem o curso “Boas Práticas para Serviços de Alimentação”

Ministrada por técnicos da Vigilância Sanitária, capacitação teve como público-alvo profissionais que atuam no terceiro setor

Os conselhos municipais do Idoso (Comic) e de Segurança Alimentar e Nutricional (Comsan), em parceria com a Secretaria de Saúde, promoveram, na quinta-feira (23), a capacitação de “Boas Práticas para Serviços de Alimentação”. O curso foi ministrado pelos técnicos da Vigilância Sanitária do município, na Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico. O objetivo foi capacitar os profissionais que atuam no terceiro setor, em especial em instituições de longa permanência e creches conveniadas com a Prefeitura de Contagem.

Para a técnica do Conselho Municipal de Segurança Alimentar e Nutricional Tânia Sales, esse curso possibilita aos profissionais auxiliar na manipulação, preparação e armazenamento dos alimentos de forma adequada, higiênica e segura. “Trazer o conhecimento para instituições melhora sempre a qualidade de atendimento à população contagense”, reforça.

É papel da Vigilância Sanitária regular, vigiar, educar, advertir e orientar para que produtores e consumidores tenham condições de exercer seu papel vigilante na proteção da saúde da população. A grande preocupação desses profissionais é com a produção, uso e circulação de produtos que apresentam algum tipo de risco para a saúde das pessoas.

Segundo o assessor de Vigilância em Saúde, Alcino Araújo, a realização do curso de “Boas Práticas para Serviços de Alimentação” é imprescindível para todas as pessoas que precisam tirar alvará sanitário, uma exigência da Anvisa. “Em Contagem, estamos disponibilizando o curso e o certificado. Além de credenciar as pessoas para esse trabalho, estamos melhorando sua formação profissional”, destaca Alcino Araújo.

A equipe da Vigilância Sanitária avalia tanto pequenos estabelecimentos, quanto grandes indústrias, atividades relacionadas à beleza, limpeza, higiene, lazer, educação, tecnologia de alimentos e meio ambiente.

 

Repórter: Flávia Nunes

Foto: Paulo Pereira 

Data: 31/05/2019

Vigilância Sanitária promove palestra sobre o Programa de Controle de Alergênicos

O objetivo foi falar, a representantes de empresas, sobre alergia alimentar e sua importância para a saúde pública

A Secretaria de Saúde, por meio da Vigilância Sanitária, promoveu, na quarta-feira (29), uma conversa técnica sobre o Programa de Controle de Alergênicos (Pcal) no auditório da Faculdade UNA Contagem. O objetivo do encontro era apresentar e explicar aos participantes a alergia alimentar, sua importância para a saúde pública, principais alergênicos e a importância do rótulo para o indivíduo portador de alergia alimentar.

A palestra foi ministrada pela inspetora de Saúde da Vigilância Sanitária de Contagem, Fátima Ferreira. O público era formado por representantes de empresas de alimentação de Contagem. De acordo com Fátima Ferreira, o principal assunto da conversa técnica era a contaminação cruzada. “A alergia tem sido uma preocupação das autoridades da saúde pública, pois está havendo um grande crescimento nas alergias alimentares”, afirma.

A palestrante também relatou a importância da conversa técnica: “Com esse encontro, estamos trazendo metodologias para as empresas aplicarem na prática e evitarem que as informações vinculadas nos rótulos dos alimentos não sejam fidedignas”.

De acordo com a gerente de Qualidade de Meio Ambiente da Vilma Alimentos, Carolina Landarina, é essencial que haja essas inciativas da Vigilância Sanitária. “É importante a aproximação das empresas com o órgão público, pois assim a gente pode nivelar o conhecimento e trabalhar todo mundo alinhado, para que as expectativas de ambas consigam ficar equivalentes”, finalizou.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou, em 2015, uma resolução que obriga as empresas a informarem nos rótulos dos produtos a presença de alimentos alergênicos. É por meio dessas informações que a Anvisa vai restringir o consumo daquele alimento que potencialmente pode trazer prejuízo para a saúde do consumidor.

Programa de Controle de Alergênicos (Pcal)

De acordo com a Anvisa, “Pcal é um programa de procedimentos de boas práticas de fabricação destinados a identificar e controlar os principais alimentos alergênicos e seus derivados que estão presentes nas indústrias de alimentos, a fim de reduzir o risco de contaminação cruzada com esses constituintes durante a produção de alimentos”.

 

Repórter: Lorena Campos (sob orientação de Lucas Santos) 

Foto: Adelcio Ramos Barbosa 

Data: 30/05/2019

Vigilância Sanitária de Contagem adere a projeto piloto do Alvará Sanitário Eletrônico

Novo procedimento agiliza a abertura de novos negócios

Contagem e Ipatinga foram escolhidas pelo Governo do Estado para serem cidades pilotos na implantação do Alvará Eletrônico para estabelecimentos considerados de baixo risco (lanchonete, sorveteria, mercearia, entre outros). A medida vai permitir que a Vigilância Sanitária concentre seus esforços nos empreendimentos de maior risco e agilizar a abertura de novos negócios.

Segundo o diretor da Vigilância Sanitária de Contagem, Fabiano Diniz, o Alvará Eletrônico começou a ser implantado no município em abril desse ano, com o treinamento dos fiscais e da equipe da Vigilância. “Esse processo é um avanço para comemorarmos em Contagem, pois será uma forma mais dinâmica para o contribuinte emitir seu alvará sanitário em menor tempo”, destaca.

Fabiano Diniz ressaltou que a fiscalização continuará da mesma forma. “Caso o estabelecimento não esteja nos conformes descritos, o alvará será cancelado automaticamente”, avisa. Fabiano Diniz reforçou que essa conquista é de toda a Vigilância Sanitária de Contagem: “Os servidores da Vigilância abraçaram a causa e juntos implementamos essa alternativa eficiente no serviço sanitário de Contagem”.

O Alvará Eletrônico foi desenvolvido pela Junta Comercial do Estado de Minas Gerais – Jucemg, em parceria com a Secretaria de Estado de Saúde, de acordo com a Resolução Nº 6460/218.

Como era: Antes os donos de empreendimentos eram obrigados a solicitar vistoria prévia da Vigilância Sanitária, o que demandava mais tempo. Somente após a visita e aprovação dos fiscais da Vigilância que era emitido o alvará.

Como ficou: O dono do estabelecimento acessa o site da Junta Comercial do Estado de Minas Gerais – Jucemg faz o cadastro e já emite o Alvará Eletrônico. Os dados são repassados para a Vigilância Sanitária, que visita o local para verificar as condições do empreendimento.

Clique aqui para obter o Alvará Sanitário Eletrônico.

Mais informações pelo telefone da Vigilância Sanitária de Contagem: (31) 3472-6355.

 

Repórter: Lucas Santos

Foto: Adelcio Ramos 

Data: 09/05/2019

Empreendedores da Economia Solidária passam por capacitação

Curso sobre Boas Práticas para Serviços de Alimentação foi ministrado pela Vigilância Sanitária

Empreendedores da Economia Solidária de Contagem participaram, na quinta-feira (21), no auditório da Funec, de capacitação sobre Boas Práticas para Serviços de Alimentação, ministrada pela Vigilância Sanitária. “O objetivo deste curso é que as pessoas tenham as melhores práticas possíveis no manuseio de alimentos, evitando assim qualquer contaminação”, explica Alcino Araújo, assessor da Vigilância Sanitária.

A iniciativa foi aprovada pelos empreendedores da Economia Solidária. “Foi de muita valia para nós. Cursos assim são muito importantes”, aponta Ely Elói da Costa, vendedor de pipoca, que destacou os cuidados com a higiene para a não proliferação de bactérias. “É sempre bom ouvir essas orientações. Estou sempre participando desses cursos. Só não segue quem não quiser”, afirma Francisco Bezerra Dias, que vende churros e batata frita. “Foi muito produtivo. Para a gente que trabalha com alimentos todo cuidado é pouco. Tirei dúvidas muito importantes”, conta Daniele Fernandes, vendedora de pastéis.

O agente da Economia Solidária Lúcio Rodrigues Galvão destaca a importância dessa parceria com a Vigilância Sanitária: “Estamos buscando que nossos empreendedores atinjam o nível de qualidade máxima de higiene possível, visando a melhoria no atendimento nos nossos nove pontos fixos na cidade.” Posteriormente, os empreendedores serão cobrados por essas boas práticas.

O curso aborda as exigências da RDC (Resolução de Diretoria Colegiada) 216/2004, da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que trata dos serviços de alimentação. Entre os temas estavam higienização de frutas, legumes e verduras, armazenamento de alimentos, limpeza do ambiente de manuseio, preparo adequado dos alimentos e cuidados com o lixo.

A Secretaria Municipal de Saúde, por meio da Vigilância Sanitária, oferece constantemente esse curso para o público em geral, totalmente gratuito. Os participantes recebem certificados de conclusão. A capacitação para a Economia Solidária tratou também da rotulagem dos alimentos.

 

Repórter: Eugênio Moreira

Foto: Fábio Silva

Data: 21/03/2019

Conselho Municipal de Saúde reúne-se nesta terça-feira, na Secretaria

Será a primeira Reunião Ordinária sob a presidência de Maria José Pinto, recém-eleita para o cargo

A primeira Reunião Ordinária do Conselho Municipal de Saúde (CMS) sob a presidência de Maria José Pinto será realizada nesta terça-feria, às 17h30, na Sala de Licitação da Secretaria Municipal de Saúde, na avenida General David Sarnoff, nº 3113, Cidade Industrial.

O Conselho Municipal de Saúde é um órgão formado pelos três segmentos que compõem o Sistema Único de Saúde (SUS): gestores, trabalhadores e usuários. O CMS integra a Secretaria Municipal de Saúde e atua como parceiro da gestão. A reunião ordinária ocorre normalmente em toda segunda terça-feira de cada mês. A participação nessas reuniões é aberta à comunidade.

A nova Mesa Diretoria do CMS, para o ano de 2019, foi eleita no último dia 26. Maria José Pinto foi eleita a presidente, e Raymundo Rodrigues, o vice-presidente. Ambos representam o segmento usuário. Elane Lobo, inspetora sanitária na Vigilância Sanitária e representando o segmento trabalhador, foi eleita primeira-secretária. Representando o segmento gestor, Ronaldo Gontijo, ex-presidente do CMS, foi eleito segundo-secretário.

 

Repórter: Eugênio Moreira

Foto: Elaine Castro

Data: 19/03/2019